Desde sempre, as pessoas se confundem a respeito do uso correto do verbo “to be”. Em português, o significado dessa palavra varia de “ser” a “estar”. Portanto, a forma que será utilizada pode variar de contexto a contexto.
Antes de chegarmos a um exemplo prático, vamos explicar como funciona a conjugação deste verbo que é conhecido como um dos mais importantes para a construção de um alicerce firme e sólido no uso da Língua Inglesa.
Como nós sabemos, a Língua Inglesa comporta cinco tipos de sujeito.
O primeiro deles, “I”, equivale ao “eu” na Língua Portuguesa, e sempre deve ser grafado com a vogal maiúscula. O verbo “to be”, neste caso, se conjuga de uma forma única e específica: “I am”.
O segundo sujeito se apresenta como 2ª pessoa do singular e 1ª do plural. Dessa forma, sua conjugação não se altera. Estamos falando de “you”, palavra em português equivalente a “você”, que força o verbo “to be” a se flexionar como “are”.
A terceira pessoa do singular é composta por três diferentes sujeitos, mas que se flexionam da mesma forma. Logo, “he”, “she” e “it” se combinam com a flexão “is” do verbo. “He” significa “ele”, “she” equivale a “ela” e “it” é utilizado para designar animais, objetos e seres inanimados.
Já o quarto sujeito é o “we”, que em português equivale a “nós”. A sua conjugação será “we are”, tendo em vista que trata-se de uma pessoa do plural.
Por fim, a terceira pessoa do plural, expressa como “they”, equivale a “eles” ou “elas”. Assim como os outros sujeitos do plural, este apresenta flexão “are”.
Para compreendermos de forma mais clara, interpretemos a tabela abaixo:

Após fazermos esta rápida análise das conjugações do verbo, podemos estabelecer a seguinte relação na construção de frases:
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